Sejus ressocializa jovens em conflito com a lei

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Aulas e oficinas oferecidas por meio de uma parceria com Senai e Senac permitem que adolescentes tenham até trabalho remunerado

A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) tem intensificado os esforços para que os três mil adolescentes que cumprem medidas socioeducativas no Distrito Federal tenham, cada vez mais, acesso à educação.

Isso garante todos matriculados no ensino regular ou em atividades profissionalizantes. De janeiro de 2019 a julho de 2020, 185 socioeducandos concluíram cursos nas áreas de pedreiro de revestimento, pintor residencial, serviços administrativos e auxiliar administrativo.

As aulas são oferecidas por meio de uma parceria da Sejus com Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Os adolescentes participam de oficinas, aulas práticas e teóricas ministradas dentro das unidades socioeducativas. Durante o curso, os jovens ainda têm a oportunidade de assinar um contrato de trabalho remunerado.

Ao adquirir habilidades profissionais, esses estudantes podem sonhar com um futuro melhorMarcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania

Segundo a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o acesso à educação e à profissionalização é o caminho para que esses adolescentes possam romper de vez com a trajetória infracional.

“É importantes lembrarmos, neste Dia do Estudante, a importância da aprendizagem para os adolescentes em conflito com a lei. A educação tem o potencial de transformar vidas. Ao adquirir habilidades profissionais, esses estudantes podem sonhar com um futuro melhor”, afirmou Passamani.

A Sejus coordena as políticas para ressocialização dos adolescentes em conflito com a lei no DF. A Subsecretaria do Sistema Socioeducativo (Subsis) é a área responsável pela administração das 30 unidades orgânicas de atendimento – sendo nove de internação, seis de semiliberdade e 15 de prestação de serviços à comunidade e liberdade assistida.

Também tem a atribuição de planejar, coordenar, executar e avaliar programas, projetos e atividades de medidas socioeducativas. O sistema conta com 1,2 mil servidores socioeducativos.

Com informações da Sejus/DF

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